segunda-feira, 7 de julho de 2008


Meu nome não é Johnny

Bem, queria deixar minhas impressões sobre esse filme que é uma belíssima produção nacional (da qual me arrependo de não ter ido assistir no cinema).

Comparado as produções hollywoodianas pode não ser um filmaço, mas é direto na mensagem que quer passar.

Eu sempre tive (e tenho) certa dificuldade de aceitar que alguém que tenha crescido com todas as condições pra se tornar uma pessoa melhor, “dê errado”. Mas o filme expõe um ponto que é recorrente em quase todos os casos de pessoas de classe média-alta envolvidas em atividades ilícitas. A falta de limites (como diz a frase de capa)e a falsa sensação de liberdade que me dão um entendimento de que quem eu julgo ser culpado, muitas vezes, pode ser vítima.

O “tudo eu posso, sem me envolver” às vezes foge do controle das mãos e o que era diversão vira doença. E quando isso acontece, para onde ir? O que fazer?

A solução está em DEUS. Falando assim até parece papo de alienado, alguém que sofreu lavagem cerebral, mas, que seja. Existem verdades espirituais que explicadas são incompreensíveis, mas vividas são lógicas. E que já teve uma experiência com DEUS e não apenas com Seu poder sabe do que estou falando. Quem tem uma relação com a divindade suprema (DEUS) é suprido em tudo, tem perfeita paz mesmo quando as circunstâncias ao redor dizem que não (ou mesmo, que sim).

Humanamente falando, o mundo caminha ladeira abaixo e parece que as coisas só vão piorar, mas quando olho pra JESUS vejo um futuro cheio de possibilidades ao alcance das nossas mãos.

Louvo a DEUS pela vida de João Guilherme (Johnny) que encontrou na música uma saída pra sua vida regressa de destruição e torço pra que assim permaneça. Você é um exemplo de superação.

Frase do filme: “O verdadeiro lugar de nascimento é aquele em que lançamos pela primeira vez um olhar inteligente sobre nós mesmos (...)” Marguerite Yourcenar.

Vale muito a pena assistir.

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